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Para acabar com o julgamento de Deus

dezembro, 2015

Texto-poesia retirado de uma transmissão radiofônica realizada por Antonin Artaud (como autor e narrador) e por alguns de seus amigos (Roger Blin, Marie Casarès e Paule Thévenin) que além de narrarem o ajudaram na produção dos efeitos sonoros durante a transmissão.


 

POUR EN FINIR AVEC LE JUGEMENT DE DIEU¹
Para acabar com o julgamento de Deus

Kré

Kré

Il faut que tout

É necessário que tudo isso

puc te

puc te

kré

kré

soit rangé

seja organizado

puk te

puk te

pek

pek

à un poil près

exatamente

li le

li le

kre

kre

dans un ordre

em uma ordem

pec ti le

pec ti le

e

e

fulminant

fulminante

kruk

kruk

pte

pte


S
OUBE ONTEM

(devo estar atrasado ou talvez seja apenas um boato, um desses sujos rumores, como ele se propaga entre a pia e os sanitários na hora em que a ação de se colocar os baldes de refeições são mais uma vez ingeridos),

Soube ontem

uma das práticas oficiais mais sensacionais das escolas públicas americanas

e que fazem sem dúvida que este país se considere à frente no progresso.

Aparentemente, dentre os exames ou provas submetidos a uma criança que entra pela primeira vez em uma escola pública, haveria o teste assim chamado “do líquido seminal ou do esperma”,

e que consistiria em pedir a esta criança recém–chegada um pouco de seu esperma a fim de que o

mesmo seja inserido em uma proveta

e de tê-lo assim pronto para todas as tentativas de inseminação artificial que poderiam vir a acontecer em seguida.

Pois cada vez mais os americanos acham que eles carecem de braços e de crianças,

ou seja, não de operários

mas sim de soldados

e eles querem a todo custo e por todos os meios possíveis fazer e fabricar soldados

com vista a todas as guerras planetárias que poderiam travar-se ulteriormente

e que seriam destinadas a demonstrar pelas virtudes esmagadoras da força a superexcelência dos produtos americanos,

e dos frutos do suor americano em todos os campos da atividade e do dinamismo possível da força.

Porque é necessário produzir,

é necessário, por todos os meios possíveis da atividade, substituir a natureza onde quer que ela possa ser substituída,

é necessário encontrar para a inércia humana um campo maior,

é necessário que o operário tenha do que se empregar,

é necessário que novos campos de atividades sejam criados

onde reinarão finalmente todos os falsos produtos fabricados,

de todos os ignóbeis sucedâneos sintéticos

onde a bela natureza real não tem mais objetivo

e deve ceder de uma vez por todas e vergonhosamente seu lugar a todos os triunfantes produtos de substiuição

onde o esperma de todas as usinas de fecundação artificial operará milagres

para produzir exércitos e navios de combate.

Não haverá mais frutos, nem mais árvores, nem mais vegetais, nem mais plantas farmacológicas ou não e, conseqüentemente, não haverá mais alimentos,

mas sim haverá produtos sintéticos o bastante,

nos vapores,

nos humores especiais da atmosfera, sobre eixos particulares de atmosferas extraídas à força e sinteticamente da resistência de uma natureza que da guerra nunca conhecera nada além do medo.

E viva a guerra, não é?

Pois é, não é, fazendo isso, a guerra, que os Americanos se prepararam e que se prepara assim

passo a passo.

Para defender essa insensata usinagem contra todas as competições que não saberiam perder de

por todos os lados para se levantar,

são necessários soldados, exércitos, aviões, navios de guerra, dos quais este esperma

a respeito do qual parece que os governos da América tiveram a insolência de pensar.

Pois nós temos mais de um inimigo

e que nos vigia, meu filho,

nós, os capitalistas natos

e dentre esses inimigos

a Rússia de Stalin

à qual tampouco faltam braços armados.

Tudo isso está muito bem

mas eu não sabia que os americanos eram um povo tão guerreiro.

Para se bater é preciso receber golpes

e eu talvez tenha visto muitos Americanos na guerra

mas eles sempre tinham diante de si imensuráveis exércitos de tanques, de aviões, de navios de

combate,

que lhes serviam de escudo.

Eu vi muitas máquinas combatendo

mas vi apenas lá no infinito

atrás

os homens que as conduziam.

Diante do povo que dá de comer a seus cavalos, a seu gado e a seus asnos as últimas toneladas de

verdadeira morfina que poderiam lhes restar para substituí–la por produtos sucedâneos de fumaça,

eu gosto mais do povo que come no próprio chão o delírio de onde nasceu,

refiro–me aos Taraumaras

comendo o Peiote ao nível do chão

enquanto ele nasce,

e que mata o sol para instaurar o reino da noite negra

e que esmaga a cruz a fim de que os espaços do espaço nunca mais possam se reencontrar nem se cruzar.

É assim que vocês irão ouvir a dança de TUTUGURI.

TUTUGURI

O Rito de Sol Negro

E lá embaixo, como se no pé da encosta amarga,

cruelmente desesperada do coração,

abre-se o círculo das seis cruzes

bem embaixo

como se incrustada na terra amarga,

desincrustada do imundo abraço da mãe

que baba.

A terra do carvão negro

é o único lugar úmido

nessa fenda de rocha.

O Rito é que o novo sol passa através de sete pontos antes de explodir no orifício da terra.

E há seis homens

um para cada sol

e um sétimo homem

que é o sol todo cru

vestido de negro e de carne vermelha.

Ora, este sétimo homem

é um cavalo,

um cavalo com um homem que o conduz.

Mas é o cavalo

que é o sol

e não o homem.

No dilaceramento de um tambor e de uma trombeta longa

estranha,

os seis homens

que estavam deitados

enrolados rente ao chão,

brotavam sucessivamente como girassóis,

não sóis porém solos que giram²,

lótus d’água,

e cada brotamento

corresponde ao gongo cada vez mais sombrio

e refreado

do tambor

até que de repente a toda velocidade vê-se chegar a grande galope,

com uma rapidez vertiginosa

último sol,

o primeiro homem,

o cavalo negro com um

homem nu,

absolutamente nu

e virgem

sobre ele.

Tendo saltado, eles avançam suavemente em círculos crescentes

e o cavalo em carne sangrando empina-se

e corcoveia sem parar

no pico de sua rocha

até que os seis homens

tenham conseguido cercar

completamente

as seis cruzes.

Ora, o tom maior do Rito é precisamente

A ABOLIÇÃO DA CRUZ

Tendo conseguido girar

eles arrancam

as cruzes do chão

e o homem nu

sobre o cavalo

ergue

uma enorme ferradura

que ele mergulha no sangue de uma punhalada


 

A BUSCA DA FECALIDADE

Lá onde cheira-se a merda

cheira–se o ser

O homem poderia muito bem não cagar,

não abrir a bolsa anal

mas ele escolheu cagar

assim como teria escolhido viver

em vez de consentir viver morto.

É por não fazer cocô

ele teria que consentir

em não ser,

mas ele não foi capaz de se decidir a perder o ser,

ou seja, a morrer vivo.

Existe no ser

alguma coisa particularmente tentadora para o homem

e esta coisa vem a ser justamente

O COCÔ.

Para existir basta abandonar-se ao ser

mas para viver

é preciso ser alguém

é preciso ter um osso,

é preciso não ter medo de mostrar o osso

e de perder a carne passando

O homem sempre preferiu a carne

à terra dos ossos

Como só havia a terra e a madeira de ossos

foi a ele necessário ganhar sua carne,

só havia o ferro e o fogo

e nenhuma merda

e o homem teve medo de perder a merda

e, por ela, sacrificou o sangue.

Para ter a merda,

ou seja, a carne

lá onde só havia o sangue

e ossos de sucata

e onde não havia mais nada para ganhar

mas onde havia apenas algo para perder, a vida.

o reche modo to edire

di za

tau dari

do padera coco

Lá o o homem recuou e fugiu.

E então os animais o comeram.

Não foi uma violação,

ele prestou–se à obscena refeição.

Ele gostou disso

e também aprendeu até

a agir como animal

e a comer o rato

delicadamente.

E de onde vem essa abjeção à sujeira?

Do fato de o mundo ainda não estar formado

ou de o homem ter apenas uma vaga idéia do que seja o mundo

querendo conservá-la eternamente?

Deve-se ao fato de o homem

um belo dia

ter detido

a idéia do mundo.

Duas rotas estavam diante dele:

a do infinito de fora

a do ínfimo de dentro.

E ele escolheu o ínfimo de dentro.

Lá onde basta espremer

o rato,

a língua,

o ânus,

ou a glande.

E deus, o próprio deus, pressionou o movimento.

É deus um ser?

Se o for, é merda

Se não o for um

não é.

Ora, ele não existe

a não ser como o vazio que avança com todas as suas formas

cuja mais perfeita imagem

é o avanço de um incalculável grupo de piolhos.

“O Sr. Está louco, Sr. Artaud? E a missa?“

Eu renego o batismo e a missa.

Não há ato humano

que, no plano erótico interno,

seja mais pernicioso que a descida

do pretenso Jesus-cristo

nos altares.

Ninguém me acreditará

e posso ver daqui o público dando de ombros

mas esse tal cristo é apenas aquele

que diante do percevejo deus

aceitou viver sem corpo

quando uma multidão

descendo da cruz

à qual deus pensou tê–los pregado há muito tempo,

se rebelou

e munida de ferros,

de sangue,

de fogo e de ossos

Avança, desafiando o Invisível

para acabar com o JULGAMENTO DE DEUS.


 

J’AI APPRIS HIER

(il faut croire que je retarde, ou peut-être n’est-ce qu’un faux bruit, l’un de ces sales ragots comme il s’en colporte entre évier et latrines à l’heure de la mise aux baquets des repas une fois de plus ingurgités),

j’ai appris hier

l’une des pratiques officielles les plus sensationnelles des écoles publiques américaines

et qui font sans doute que ce pays se croit à la tête du progrès.

Il paraît que parmi les examens ou épreuves que l’on fait subir à un enfant qui entre pour la première fois dans une école publique, aurait lieu l’épreuve dite de la liqueur séminale ou du sperme,

et qui consisterait à demander à cet enfant nouvel entrant un peu de son sperme afin de l’insérer dans un bocal

et de le tenir ainsi prêt à toutes les tentatives de fécondation artificielle qui pourraient ensuite avoir lieu.

Car de plus en plus les Américains trouvent qu’ils manquent de bras et d’enfants,

c’est à dire non pas d’ouvriers

mais de soldats,

et ils veulent à toute force et par tous les moyens possibles faire et fabriquer des soldats

en vue de toutes les guerres planétaires qui pourraient ultérieurement avoir lieu,

et qui seraient destinées à démontrer par les vertus écrasantes de la force la surexcellence des produits américains,

et des fruits de la sueur américaine sur tous les champs de l’activité et du dynamisme possible de la force.

il faut par tous les moyens de l’activité possibles remplacer la nature partout où elle peut– être remplacée,

il faut trouver à l’inertie humaine un champ majeur,

il faut que l’ouvrier ait de quoi s’employer,

il faut que des champs d’activités nouvelles soient créés,

où ce sera le règne enfin de tous les faux produits fabriqués,

de tous les ignobles ersatz synthétiques

où la belle nature vraie n’a que faire,

et doit céder une fois pour toutes et honteusement la place à tous les triomphaux produits de remplacement

où le sperme de toutes les usines de fécondation artificielle fera merveille

pour produire des armées et des cuirassés.

Plus de fruits, plus d’arbres, plus de légumes, plus de plantes pharmaceutiques ou non et par conséquent plus d’aliments,

mais des produits de synthèse à satiété,

dans des vapeurs,

dans des humeurs spéciales de l’atmosphère, sur des axes particuliers des atmosphères tirées de force et par synthèse aux résistances d’une nature qui de la guerre n’a jamais connu que la peur.

Et vive la guerre, n’est–ce pas?

Car n’est–ce pas, ce faisant, la guerre que les Américains ont préparée et qu’il prépare ainsi pied à pied.

Pour défendre cet usinage insensé contre toutes les concurrences qui ne sauraient manquer de toutes parts de s’élever,

il faut des soldats, des armées, des avions, des cuirassés, de là ce sperme

auquel il paraîtrait que les gouvernements de l’Amérique auraient eu le culot de penser.

Car nous avons plus d’un ennemi

et qui nous guette, mon fils,

nous, les capitalistes nés,

et parmi ces ennemis

la Russie de Staline

qui ne manque pas non plus de bras armés.

Tout cela est très bien,

mais je ne savais pas les Américains un peuple si guerrier.

Pour se battre il faut recevoir des coups

et j’ai vu peut-être beaucoup d’Américains à la guerre

mais ils avaient toujours devant eux d’incommensurables armées de tanks, d’avions, de cuirassés

qui leur servaient de boucliers.

J’ai vu beaucoup se battre des machines

mais je n’ai vu qu’à l’infini

derrière

les hommes qui les conduisaient.

En face du peuple qui fait manger à ses chevaux, à ses bœufs et à ses ânes les dernières tonnes de morphine vraie qui peuvent lui rester pour la remplacer par des ersatz de fumée,

j’aime mieux le peuple qui mange à même la terre le délire d’où il est né,

je parle des Tarahumaras

mangeant le Peyotl à même le sol

pendant qu’il naît,

et qui tue le soleil pour installer le royaume de la nuit noire,

et qui crève la croix afin que les espaces de l’espace ne puissent plus jamais se rencontrer ni se croiser.

C’est ainsi que vous allez entendre la danse du TUTUGURI.

TUTUGURI

LE RITE DU SOLEIL NOIR

Et en bas, comme au bas de la pente amère,

cruellement désespérée du cœur,

s’ouvre le cercle des six croix,

très en bas,

comme encastré dans la terre mère,

désencastré de l’étreinte immonde de la mère

qui bave.

La terre de charbon noir

est le seul emplacement humide

dans cette fente de rocher.

Le Rite est que le nouveau soleil passe par sept points avant d‘éclater à l’orifice de la terre.

Et il y a six hommes,

un pour chaque soleil,

et un septième homme

qui est le soleil tout cru

habillé de noir et de chair rouge.

Or, ce septième homme

est un cheval,

un cheval avec un homme qui le mène.

Mais c‘est le cheval

qui est le soleil

et non l’homme.

Sur le déchirement d‘un tambour et d‘une trompette longue,

étrange,

les six hommes

qui étaient couchés,

roulés à ras de terre,

jaillissent successivement comme des tournesols,

non pas soleils mais sols tournants,

des lotus d‘eau,

et à chaque jaillissement

correspond le gong de plus en plus sombre

et rentré

du tambour

jusqu‘à ce que tout à coup on voie arriver au grand galop,

avec une vitesse de vertige,

le dernier soleil,

le premier homme,

le cheval noir avec un

homme nu,

absolument nu

et vierge

sur lui.

Ayant bondi, ils avancent suivant des méandres circulaires

et le cheval de viande saignante s’affole

et caracole sans arrêt

au faîte de son rocher

jusqu‘à ce que les six hommes

aient achevé de cerner

complètement

les six croix.

Or, le ton majeur du Rite est justement

L‘ABOLITION DE LA CROIX.

Ayant achevé de tourner

ils déplantent

les croix de terre

et l’homme nu

sur le cheval

arbore

un immense fer à cheval

qu‘il a trempé dans une coupure de son sang.


 

LA RECHERCHE DE LA FECALITE

Là où çà sent la merde

çà sent l’être

L‘homme aurait très bien pu ne pas chier,

ne pas ouvrir la poche anale,

mais il a choisi de chier

comme il aurait choisi de vivre

au lieu de consentir à vivre mort.

C’est que pour ne pas faire caca,

il lui aurait fallu consentir

à ne pas être,

mais il n‘a pas pu se résoudre à perdre l’être,

c‘est-à–dire à mourir vivant.

Il y a dans l‘être

quelque chose de particulièrement tentant pour l’homme

et ce quelque chose est justement

LE CACA.

Pour exister il suffit de se laisser aller à être,

mais pour vivre

il faut être quelqu‘un,

il faut avoir un os,

ne pas avoir peur de montrer l’os,

et de perdre la viande en passant

L‘homme a toujours mieux aimé la viande

que la terre des os

C’est qu‘il n‘y avait que de la terre et du bois d‘os,

et il lui a fallu gagner sa viande,

il n‘y avait que du fer et du feu

et pas de merde,

et l’homme a eu peur de perdre la merde

et, pour cela, sacrifié le sang.

Pour avoir de la merde,

c‘est-à–dire de la viande,

là où il n‘y avait que du sang

et de la ferraille d‘ossements

et où il n‘y avait pas à gagner d‘être

mais où il n‘y avait qu‘à perdre la vie.

o reche modo to edire

di za

tau dari

do padera coco

o reche modo to edire

di za

tau dari

do padera coco

Là, l’homme s’est retiré et il a fui.

Alors les bêtes l’ont mangé.

Ce ne fut pas un viol,

il s’est prêté à l’obscène repas.

Il y a trouvé du goût,

il a appris lui–même

à faire la bête

et à manger le rat

délicatement.

Et d‘où vient cette abjection de la saleté ?

De ce que le monde n‘est pas encore constitué,

ou de ce que l’homme n‘a qu‘une petite idée du monde

et qu‘il veut éternellement la garder ?

Cela vient de ce que l’homme,

un beau jour,

a arrêté

l’idée du monde.

Deux routes s’offraient à lui :

celle de l’infini dehors,

celle de l’infini dedans.

Et il a choisi l‘infime dedans.

Là où il n‘y a qu‘à presser

le rat,

la langue,

l’anus

ou le gland

Et dieu, dieu lui–même a pressé le mouvement,

Dieu est-il un être ?

s’il en est un c‘est de la merde

s’il n‘en est pas un

il n‘est pas.

Or il n‘est pas,

mais comme le vide qui avance avec toutes les formes

dont la représentation la plus parfaite

est la marche d‘un groupe incalculable de morpions.

“Vous êtes fou, monsieur Artaud, et la messe?“

Je renie le baptême et la messe.

Il n‘y a pas d‘acte humain

qui, sur le plan érotique interne,

soit plus pernicieux que la descente

du soi–disant Jésus-christ

sur les autels.

On ne me croira pas

et je vois d‘ici les haussements d‘épaule du public

mais le nommé christ n‘est autre que celui

qui en face du morpion dieu

a consenti à vivre sans corps,

alors qu‘une armée d‘hommes

descendue d‘une croix,

où dieu croyait l’avoir depuis longtemps clouée,

s’est révolté,

et, bardée de fer,

de sang,

de feu, et d‘ossements,

avance, invectivant l’Invisisble

afin d‘y finir le JUGEMENT DE DIEU.


 

Notas:

  1. Antonin Artaud Texte: POUR EN FINIR AVEC LE JUGEMENT DE DIEU pages 1639-1641, em Artaud, Œuvres, Gallimard, Quarto, 2004 (édition établie, présentée et annotée par Évelyne Grossman)
  2. Aqui A. Artaud faz um trocadilho. Em francês, girassol é “tournesol”. O autor inverte a ordem das raízes que compoem a palavra, formando “sol tournant”, ou seja “solo que gira”, ou “solo girante”. Nota minha.
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