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A fruta sem-nome (o brilho do sol)

novembro, 2025

para cafi, a primeira pessoa que vi morrer

Aqui a quimera,
mera flor do
êxodo, o doce
oceano da
dúvida, vida.
Ali o ali –
mento todo, o
doido doído
do ódio, o dia
adiado do
amor. A morte
súbita e tão
cruel do medo, o
corte abrupto
e tão fiel ao
peso. E só os
ossos sossegam,
amargam e somem,
somente: terríveis
iscas à sombra,
rasteiras iras
austeras. Era
sim, manhã, assim
improvável:

como uma vida que acaba
como um corpo que desaba
como um poema que termina.

variação

aqui a qui
mera mera
flor do êx
odo o d
oce oce
ano da dú
vida, vida
ali o ali
mento to
do o do
ido doído
do ódio o
dia adia
do do
amor a mor
te súb
ita e tão
cruel do medo
o corte
abrupto e tão
fiel ao p
eso. e só
os ossos soss
eg
am ama
rgam e
somem, somen
te. te
rríve
is is
c
as à s
omb
ra ra
ste
iras iras
aust
eras. era s
im, manhã, ass
im im
provável

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