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Arthur Imbassahy

A necessidade urgente de descolonizar a pesquisa social latino-americana: Entrevista com Silvia Rivera Cusicanqui

“No que diz respeito à colonização mental, as ciências sociais – junto com várias outras – deveriam focar na criação de ferramentas conceituais, técnicas e materiais que permitissem resistir ao saque, tanto de recursos materiais como de pessoas (mãos, cérebros) ou, pelo menos, nos ajudar a sobreviver a isso.”

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A Feitiçaria Capitalista – Minions

“Os minions parecem atingidos por uma proibição de pensar para o que estão trabalhando. Mas também é isso o que confere uma “criatividade infernal” ao seu trabalho: eles fazem pouco, mas são incansáveis em criar regulamentos, definições, palavras, maneiras e procedimentos que excluem o pensamento, que para eles é tão intolerável.”

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Béla Tarr e o Cinema da Indústria

“O Cinema da Indústria progrediu em mega-indústria e mega-cinema mas será que se manteve exatamente igual? Não é nenhuma surpresa que Cidadão Kane seja considerado o maior filme de todos os tempos, um filme sobre vender a si próprio correnteza abaixo, ao lado de bronze, madeira e carvão…”

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Arte para Todos, Arte para Poucos

Marcel Duchamp, Gregory Bateson e Frank Lloyd Wright, referências nos campos da arte, antropologia e arquitetura comparecem ao lado de outros importantes convidados no hoje célebre simpósio The Western Round Table on Modern Art (1949) para revisitar e discutir as contribuições e questões levantadas pela arte moderna.

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Diálogos dos Bichos

Um dos primeiros livros da escritora francesa Colette, “Dialogues de Bêtes” é um texto em forma teatral publicado em 1904. Extremamente ousada, tanto na vida quanto na obra, Colette lançou mais de 50 volumes, tornou público seus relacionamentos bissexuais, escandalizou a França com cenas homoeróticas nos palcos do Moulin Rouge e foi a primeira mulher a receber homenagens póstumas do governo de seu país.

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Pequenas Margaridas

Este filme é uma total investida, sem nenhuma piedade, contra as convenções cinematográficas e a forma, ou o próprio cinema; contra as normas sociais e as regras, ou a sociedade; e contra o espectador. É um atentado de uma violência niilista, sem deixar de ser perfeitamente alegre e prazeiroso: uma explosão de afeto, que compartilho cada vez que assisto.

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Ars gratia artis: ativismo literário

Condenado à morte, o jovem escritor Fiódor Dostoiévski se vê diante do pelotão de fuzilamento após meses sabendo de antemão o exato momento de seu próprio assassinato. No último minuto de vida, a sua pena é comutada para singelos quatro anos de Sibéria. A razão da sentença? Ler em público a carta do crítico Belínski para Nikolai Gógol.

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A dupla narrativa de Asas do Desejo

Dois extremos frente a frente: Morten Kyndrup encarna o crítico racionalista na missão de desvendar o sentido do filme e de todo o cinema. Wim Wenders o romântico livre de planos. Espontaneidade ou estrutura? Quem foi que falou que a arte precisa de uma alternativa…

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Novos caminhos da poesia norte-americana

O “Poetry Slam” começou em 1984, nos EUA, quando um operário, num bar do subúrbio de Chicago, propôs uma nova forma de apresentação poética. Nessa mesma época, a academia norte-americana tratava a poesia como uma arte sem público. Longe das formas tradicionais de sarau, o movimento seguiu fora da academia com um esquema, no entanto, bem caro ao povo estadunidense: a competição.

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