#25 Edição/poesia/tradução

Para acabar com o julgamento de Deus

Texto-poesia retirado de uma transmissão radiofônica realizada por Antonin Artaud (como autor e narrador) e por alguns de seus amigos (Roger Blin, Marie Casarès e Paule Thévenin) que além de narrarem o ajudaram na produção dos efeitos sonoros durante a transmissão.


POUR EN FINIR AVEC LE JUGEMENT DE DIEU¹
Para acabar com o julgamento de Deus

Kré

K

Il faut que tout

É necessário que tudo isso

puc te

puc te

k

kré

soit ran

seja organizado

puk te

puk te

pek

pek

à un poil ps

exatamente

li le

li le

kre

kre

dans un ordre

em uma ordem

pec ti le

pec ti le

e

e

fulminant

fulminante

kruk

kruk

pte

pte


S
OUBE ONTEM

(devo estar atrasado ou talvez seja apenas um boato, um desses sujos rumores, como ele se propaga entre a pia e os sanitários na hora em que a ação de se colocar os baldes de refeições são mais uma vez ingeridos),

Soube ontem

uma das pticas oficiais mais sensacionais das escolas públicas americanas

e que fazem sem dúvida que este país se considere à frente no progresso.

Aparentemente, dentre os exames ou provas submetidos a uma criança que entra pela primeira vez em uma escola pública, haveria o teste assim chamado do líquido seminal ou do esperma”,

e que consistiria em pedir a esta criança recémchegada um pouco de seu esperma a fim de que o

mesmo seja inserido em uma proveta

e de tê-lo assim pronto para todas as tentativas de inseminação artificial que poderiam vir a acontecer em seguida.

Pois cada vez mais os americanos acham que eles carecem de braços e de crianças,

ou seja, não de operários

mas sim de soldados

e eles querem a todo custo e por todos os meios possíveis fazer e fabricar soldados

com vista a todas as guerras planetárias que poderiam travar-se ulteriormente

e que seriam destinadas a demonstrar pelas virtudes esmagadoras da força a superexcelência dos produtos americanos,

e dos frutos do suor americano em todos os campos da atividade e do dinamismo possível da força.

Porque é necessário produzir,

é necessário, por todos os meios possíveis da atividade, substituir a natureza onde quer que ela possa ser substituída,

é necessário encontrar para a inércia humana um campo maior,

é necessário que o operário tenha do que se empregar,

é necessário que novos campos de atividades sejam criados

onde reinao finalmente todos os falsos produtos fabricados,

de todos os ignóbeis sucedâneos sintéticos

onde a bela natureza real não tem mais objetivo

e deve ceder de uma vez por todas e vergonhosamente seu lugar a todos os triunfantes produtos de substiuição

onde o esperma de todas as usinas de fecundação artificial operará milagres

para produzir exércitos e navios de combate.

Não haverá mais frutos, nem mais árvores, nem mais vegetais, nem mais plantas farmacológicas ou não e, conseentemente, não haverá mais alimentos,

mas sim haverá produtos sintéticos o bastante,

nos vapores,

nos humores especiais da atmosfera, sobre eixos particulares de atmosferas extraídas à força e sinteticamente da resistência de uma natureza que da guerra nunca conhecera nada além do medo.

E viva a guerra, não é?

Pois é, não é, fazendo isso, a guerra, que os Americanos se prepararam e que se prepara assim

passo a passo.

Para defender essa insensata usinagem contra todas as competições que não saberiam perder de

por todos os lados para se levantar,

são necessários soldados, exércitos, aviões, navios de guerra, dos quais este esperma

a respeito do qual parece que os governos da América tiveram a insolência de pensar.

Pois nós temos mais de um inimigo

e que nos vigia, meu filho,

nós, os capitalistas natos

e dentre esses inimigos

a Rússia de Stalin

à qual tampouco faltam braços armados.

Tudo isso está muito bem

mas eu não sabia que os americanos eram um povo tão guerreiro.

Para se bater é preciso receber golpes

e eu talvez tenha visto muitos Americanos na guerra

mas eles sempre tinham diante de si imensuveis exércitos de tanques, de aviões, de navios de

combate,

que lhes serviam de escudo.

Eu vi muitas máquinas combatendo

mas vi apenas lá no infinito

atrás

os homens que as conduziam.

Diante do povo que de comer a seus cavalos, a seu gado e a seus asnos as últimas toneladas de

verdadeira morfina que poderiam lhes restar para substituíla por produtos sucedâneos de fumaça,

eu gosto mais do povo que come no próprio chão o derio de onde nasceu,

refirome aos Taraumaras

comendo o Peiote ao nível do chão

enquanto ele nasce,

e que mata o sol para instaurar o reino da noite negra

e que esmaga a cruz a fim de que os espaços do espo nunca mais possam se reencontrar nem se cruzar.

É assim que vos io ouvir a dança de TUTUGURI.

TUTUGURI

O Rito de Sol Negro

E lá embaixo, como se no pé da encosta amarga,

cruelmente desesperada do coração,

abre-se o círculo das seis cruzes

bem embaixo

como se incrustada na terra amarga,

desincrustada do imundo abraço da mãe

que baba.

A terra do carvão negro

é o único lugar úmido

nessa fenda de rocha.

O Rito é que o novo sol passa através de sete pontos antes de explodir no orifício da terra.

E há seis homens

um para cada sol

e um sétimo homem

que é o sol todo cru

vestido de negro e de carne vermelha.

Ora, este sétimo homem

é um cavalo,

um cavalo com um homem que o conduz.

Mas é o cavalo

que é o sol

e não o homem.

No dilaceramento de um tambor e de uma trombeta longa

estranha,

os seis homens

que estavam deitados

enrolados rente ao chão,

brotavam sucessivamente como girassóis,

não sóis pom solos que giram²,

lótus d’água,

e cada brotamento

corresponde ao gongo cada vez mais sombrio

e refreado

do tambor

a que de repente a toda velocidade vê-se chegar a grande galope,

com uma rapidez vertiginosa

último sol,

o primeiro homem,

o cavalo negro com um

homem nu,

absolutamente nu

e virgem

sobre ele.

Tendo saltado, eles avançam suavemente em círculos crescentes

e o cavalo em carne sangrando empina-se

e corcoveia sem parar

no pico de sua rocha

a que os seis homens

tenham conseguido cercar

completamente

as seis cruzes.

Ora, o tom maior do Rito é precisamente

A ABOLIÇÃO DA CRUZ

Tendo conseguido girar

eles arrancam

as cruzes do chão

e o homem nu

sobre o cavalo

ergue

uma enorme ferradura

que ele mergulha no sangue de uma punhalada


A BUSCA DA FECALIDADE

Lá onde cheira-se a merda

cheirase o ser

O homem poderia muito bem não cagar,

não abrir a bolsa anal

mas ele escolheu cagar

assim como teria escolhido viver

em vez de consentir viver morto.

É por não fazer cocô

ele teria que consentir

em não ser,

mas ele não foi capaz de se decidir a perder o ser,

ou seja, a morrer vivo.

Existe no ser

alguma coisa particularmente tentadora para o homem

e esta coisa vem a ser justamente

O COCÔ.

Para existir basta abandonar-se ao ser

mas para viver

é preciso ser alguém

é preciso ter um osso,

é preciso não ter medo de mostrar o osso

e de perder a carne passando

O homem sempre preferiu a carne

à terra dos ossos

Como só havia a terra e a madeira de ossos

foi a ele necessário ganhar sua carne,

só havia o ferro e o fogo

e nenhuma merda

e o homem teve medo de perder a merda

e, por ela, sacrificou o sangue.

Para ter a merda,

ou seja, a carne

onde só havia o sangue

e ossos de sucata

e onde não havia mais nada para ganhar

mas onde havia apenas algo para perder, a vida.

o reche modo to edire

di za

tau dari

do padera coco

Lá o o homem recuou e fugiu.

E então os animais o comeram.

Não foi uma violação,

ele prestouse à obscena refeição.

Ele gostou disso

e também aprendeu até

a agir como animal

e a comer o rato

delicadamente.

E de onde vem essa abjeção à sujeira?

Do fato de o mundo ainda não estar formado

ou de o homem ter apenas uma vaga idéia do que seja o mundo

querendo conservá-la eternamente?

Deve-se ao fato de o homem

um belo dia

ter detido

a idéia do mundo.

Duas rotas estavam diante dele:

a do infinito de fora

a do ínfimo de dentro.

E ele escolheu o ínfimo de dentro.

Lá onde basta espremer

o rato,

a língua,

o ânus,

ou a glande.

E deus, o próprio deus, pressionou o movimento.

É deus um ser?

Se o for, é merda

Se não o for um

não é.

Ora, ele não existe

a não ser como o vazio que avança com todas as suas formas

cuja mais perfeita imagem

é o avanço de um incalculável grupo de piolhos.

O Sr. Está louco, Sr. Artaud? E a missa?

Eu renego o batismo e a missa.

Não há ato humano

que, no plano erótico interno,

seja mais pernicioso que a descida

do pretenso Jesus-cristo

nos altares.

Ninguém me acreditará

e posso ver daqui o público dando de ombros

mas esse tal cristo é apenas aquele

que diante do percevejo deus

aceitou viver sem corpo

quando uma multidão

descendo da cruz

à qual deus pensou têlos pregado há muito tempo,

se rebelou

e munida de ferros,

de sangue,

de fogo e de ossos

Avança, desafiando o Invisível

para acabar com o JULGAMENTO DE DEUS.


JAI APPRIS HIER

(il faut croire que je retarde, ou peut-être n’est-ce quun faux bruit, lun de ces sales ragots comme il sen colporte entre évier et latrines à lheure de la mise aux baquets des repas une fois de plus ingurgis),

j’ai appris hier

lune des pratiques officielles les plus sensationnelles des écoles publiques américaines

et qui font sans doute que ce pays se croit à la tête du progs.

Il paraît que parmi les examens ou épreuves que lon fait subir à un enfant qui entre pour la première fois dans une école publique, aurait lieu l’épreuve dite de la liqueur séminale ou du sperme,

et qui consisterait à demander à cet enfant nouvel entrant un peu de son sperme afin de linsérer dans un bocal

et de le tenir ainsi pt à toutes les tentatives de fécondation artificielle qui pourraient ensuite avoir lieu.

Car de plus en plus les Américains trouvent quils manquent de bras et d’enfants,

c’est à dire non pas douvriers

mais de soldats,

et ils veulent à toute force et par tous les moyens possibles faire et fabriquer des soldats

en vue de toutes les guerres planétaires qui pourraient ultérieurement avoir lieu,

et qui seraient destinées à démontrer par les vertus écrasantes de la force la surexcellence des produits américains,

et des fruits de la sueur américaine sur tous les champs de lactivité et du dynamisme possible de la force.

il faut par tous les moyens de lactivité possibles remplacer la nature partout elle peutêtre remplacée,

il faut trouver à linertie humaine un champ majeur,

il faut que louvrier ait de quoi s’employer,

il faut que des champs dactivis nouvelles soient créés,

ce sera le gne enfin de tous les faux produits fabriqués,

de tous les ignobles ersatz synthétiques

la belle nature vraie na que faire,

et doitder une fois pour toutes et honteusement la place à tous les triomphaux produits de remplacement

le sperme de toutes les usines de fécondation artificielle fera merveille

pour produire des armées et des cuirassés.

Plus de fruits, plus darbres, plus de légumes, plus de plantes pharmaceutiques ou non et par conséquent plus daliments,

mais des produits de synthèse à satiété,

dans des vapeurs,

dans des humeurs spéciales de latmosphère, sur des axes particuliers des atmosphères tirées de force et par synthèse aux sistances dune nature qui de la guerre na jamais connu que la peur.

Et vive la guerre, n’estce pas?

Car n’estce pas, ce faisant, la guerre que les Américains ont pparée et quil ppare ainsi pied à pied.

Pour défendre cet usinage insen contre toutes les concurrences qui ne sauraient manquer de toutes parts de s’élever,

il faut des soldats, des armées, des avions, des cuirassés, de ce sperme

auquel il partrait que les gouvernements de l’Amérique auraient eu le culot de penser.

Car nous avons plus dun ennemi

et qui nous guette, mon fils,

nous, les capitalistes nés,

et parmi ces ennemis

la Russie de Staline

qui ne manque pas non plus de bras armés.

Tout cela est ts bien,

mais je ne savais pas les Américains un peuple si guerrier.

Pour se battre il faut recevoir des coups

et j’ai vu peut-être beaucoup dAméricains à la guerre

mais ils avaient toujours devant eux dincommensurables armées de tanks, davions, de cuirassés

qui leur servaient de boucliers.

Jai vu beaucoup se battre des machines

mais je nai vu quà linfini

derrière

les hommes qui les conduisaient.

En face du peuple qui fait manger à ses chevaux, à ses bœufs et à ses ânes les dernières tonnes de morphine vraie qui peuvent lui rester pour la remplacer par des ersatz de fumée,

j’aime mieux le peuple qui mange à même la terre le délire d il est né,

je parle des Tarahumaras

mangeant le Peyotl à même le sol

pendant quil nt,

et qui tue le soleil pour installer le royaume de la nuit noire,

et qui crève la croix afin que les espaces de l’espace ne puissent plus jamais se rencontrer ni se croiser.

C’est ainsi que vous allez entendre la danse du TUTUGURI.

TUTUGURI

LE RITE DU SOLEIL NOIR

Et en bas, comme au bas de la pente are,

cruellement désespérée du cœur,

s’ouvre le cercle des six croix,

très en bas,

comme encastré dans la terre mère,

désencastré de l’étreinte immonde de la mère

qui bave.

La terre de charbon noir

est le seul emplacement humide

dans cette fente de rocher.

Le Rite est que le nouveau soleil passe par sept points avant déclater à l’orifice de la terre.

Et il y a six hommes,

un pour chaque soleil,

et un septième homme

qui est le soleil tout cru

habillé de noir et de chair rouge.

Or, ce septième homme

est un cheval,

un cheval avec un homme qui lene.

Mais cest le cheval

qui est le soleil

et non l’homme.

Sur le déchirement dun tambour et dune trompette longue,

étrange,

les six hommes

qui étaient couchés,

roulés à ras de terre,

jaillissent successivement comme des tournesols,

non pas soleils mais sols tournants,

des lotus deau,

et à chaque jaillissement

correspond le gong de plus en plus sombre

et rentré

du tambour

jusqu‘à ce que tout à coup on voie arriver au grand galop,

avec une vitesse de vertige,

le dernier soleil,

le premier homme,

le cheval noir avec un

homme nu,

absolument nu

et vierge

sur lui.

Ayant bondi, ils avancent suivant des méandres circulaires

et le cheval de viande saignante s’affole

et caracole sans arrêt

au fte de son rocher

jusqu‘à ce que les six hommes

aient ache de cerner

complètement

les six croix.

Or, le ton majeur du Rite est justement

L‘ABOLITION DE LA CROIX.

Ayant ache de tourner

ils déplantent

les croix de terre

et l’homme nu

sur le cheval

arbore

un immense fer à cheval

qu‘il a trempé dans une coupure de son sang.


LA RECHERCHE DE LA FECALITE

Là où çà sent la merde

çà sent l’être

Lhomme aurait très bien pu ne pas chier,

ne pas ouvrir la poche anale,

mais il a choisi de chier

comme il aurait choisi de vivre

au lieu de consentir à vivre mort.

C’est que pour ne pas faire caca,

il lui aurait fallu consentir

à ne pas être,

mais il n‘a pas pu sesoudre à perdre l’être,

cest-àdire à mourir vivant.

Il y a dans lêtre

quelque chose de particulièrement tentant pour l’homme

et ce quelque chose est justement

LE CACA.

Pour exister il suffit de se laisser aller à être,

mais pour vivre

il faut être quelquun,

il faut avoir un os,

ne pas avoir peur de montrer l’os,

et de perdre la viande en passant

Lhomme a toujours mieux aimé la viande

que la terre des os

C’est qu‘il n‘y avait que de la terre et du bois dos,

et il lui a fallu gagner sa viande,

il n‘y avait que du fer et du feu

et pas de merde,

et l’homme a eu peur de perdre la merde

et, pour cela, sacrif le sang.

Pour avoir de la merde,

cest-àdire de la viande,

là où il n‘y avait que du sang

et de la ferraille d‘ossements

et il n‘y avait pas à gagner dêtre

mais où il n‘y avait qu‘à perdre la vie.

o reche modo to edire

di za

tau dari

do padera coco

o reche modo to edire

di za

tau dari

do padera coco

Là, l’homme s’est retiré et il a fui.

Alors les bêtes l’ont mangé.

Ce ne fut pas un viol,

il s’est prêté à l’obsne repas.

Il y a trou du goût,

il a appris luimême

à faire la bête

et à manger le rat

délicatement.

Et d‘où vient cette abjection de la saleté ?

De ce que le monde nest pas encore constitué,

ou de ce que l’homme n‘a quune petite idée du monde

et qu‘il veut éternellement la garder ?

Cela vient de ce que l’homme,

un beau jour,

a arrêté

l’idée du monde.

Deux routes s’offraient à lui :

celle de l’infini dehors,

celle de l’infini dedans.

Et il a choisi linfime dedans.

Là où il n‘y a qu‘à presser

le rat,

la langue,

l’anus

ou le gland

Et dieu, dieu luimême a pressé le mouvement,

Dieu est-il un être ?

s’il en est un cest de la merde

s’il nen est pas un

il nest pas.

Or il nest pas,

mais comme le vide qui avance avec toutes les formes

dont la repsentation la plus parfaite

est la marche dun groupe incalculable de morpions.

Vous êtes fou, monsieur Artaud, et la messe?

Je renie le baptême et la messe.

Il n‘y a pas d‘acte humain

qui, sur le plan érotique interne,

soit plus pernicieux que la descente

du soidisant Jésus-christ

sur les autels.

On ne me croira pas

et je vois d‘ici les haussements dépaule du public

mais le nommé christ nest autre que celui

qui en face du morpion dieu

a consenti à vivre sans corps,

alors quune armée dhommes

descendue dune croix,

dieu croyait l’avoir depuis longtemps clouée,

s’estvolté,

et, bardée de fer,

de sang,

de feu, et d‘ossements,

avance, invectivant l’Invisisble

afin d‘y finir le JUGEMENT DE DIEU.

Caroline Pires Ting, dezembro 2015


Notas:

  1. Antonin Artaud Texte: POUR EN FINIR AVEC LE JUGEMENT DE DIEU pages 1639-1641, em Artaud, Œuvres, Gallimard, Quarto, 2004 (édition établie, présentée et annotée par Évelyne Grossman)
  2. Aqui A. Artaud faz um trocadilho. Em francês, girassol é “tournesol”. O autor inverte a ordem das raízes que compoem a palavra, formando “sol tournant”, ou seja “solo que gira”, ou “solo girante”. Nota minha.

 

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