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o cinema é uma arte menor

A fruta sem-nome (o brilho do sol)

para cafi, a primeira pessoa que vi morrer Aqui a quimera, mera flor do êxodo, o doce oceano da dúvida, vida. Ali o ali – mento todo, o doido doído do ódio, o dia adiado do amor. A morte súbita e tão cruel do medo, o corte abrupto e tão

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Passeio familiar 

Fomos ao zoológico conversar com os macacos, e eram de muitas maneiras e opiniões diferentes. Mas a verdade é que discutiam pouco e no final da noite sonhavam – e sonhavam muito pouco também. Certa vez, um dos macacos escapou e ninguém conseguiu pegá-lo. Ele cresceu, amadureceu e se tornou

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Viver

Viver, e só viver, O primeiro e último passo, o mesmo. Viver, então ceder – vontade é coisa que dá e passa. Passou: um pássaro pousou e morreu. Viver, e então morrer, como o pássaro. Desejar? Uma criança que chora: de fome, de sono, de valentia. Saber: um amor pode

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Relato ou história documental nº8

Eu era assim, um falante úmido, como um turco nas ruas de Berlim, e as raposas me chamavam nas florestas sem árvores, sem acessórios nem gritarias, eram apenas crianças que brincavam de ninar. Seus becos se espalhavam equânimes e secos, nas lembranças dos mapas antigos, descobertos das areias quentes e

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Verdades predicativas

Rumaram os dois a bordo, o pai e o filho, entre as canoas silvestres daquele lugar. Aos poucos se recordavam, ambos, e era tudo que podiam fazer: o silêncio do ir e vir da água, a superfície lisa o interior profundo, caudaloso. O filho fazia o ar de suspiro, quase

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Os sons, os sonhos e os seres de Ada

Retornaram primeiro os animais maiores: mamutes e elefantes, ao lado das antigas aves, pterodátilos e rinocerontes. Ali, os rinocerontes também tinham asas e penas, como os pterodátilos e os mamutes. Todos eram amigos, e viviam em paz e harmonia. O sonho era de Ada, porque alguém precisa ser sonhado –

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Canção para não morrer

Aqui, aos pés da cruz, já não choro como antes chorava. Os amores perdidos, as promessas desfeitas: os vejo como quem vê uma flor, um oceano, uma parede. Retornei aos meus anos divinos e nada encontrei, fui atrás dos amores sinceros e nada obtive. Agora me sento aqui, no banco

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