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cinema

Mothlight

Feito sem câmera por um dos maiores cineastas não-narrativos do mundo, Mothlight (1963) joga com progressões a contraluz em uma radical experiência com o que há de mais básico no cinema. Brakhage traz de volta à vida folhas mortas, asas de mariposa e pedaços de grama colados diretamente na película.

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Pequenas Margaridas

Este filme é uma total investida, sem nenhuma piedade, contra as convenções cinematográficas e a forma, ou o próprio cinema; contra as normas sociais e as regras, ou a sociedade; e contra o espectador. É um atentado de uma violência niilista, sem deixar de ser perfeitamente alegre e prazeiroso: uma explosão de afeto, que compartilho cada vez que assisto.

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Maranhão 66

O documentário tinha como objetivo a filmagem da posse ao cargo de governador do Maranhão. Sarney, o candidato vencedor, encomendou a Glauber o que pensava ser um filme de sua consagração. Porém, o material final não agradou a Sarney e o curta nunca saiu pras telas.

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Caramujo-flor

Caramujo-flor é um curta-metragem de Joel Pizzini, inspirado no poeta Manoel de Barros. Cineasta brasileiro com uma carreira de documentários premiados, entre eles Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz (2012) e 500 Almas (2005), Pizzini trabalha nesse curta entre o documentário e o experimental. Além disso, tem uma forte poesia visual, recriando o universo poético do autor.

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Vers Nancy

Uma das principais cineastas da França contemporânea, Claire Denis nasceu em Paris mas foi criada até a adolescência em diversas colônias na África. Seus filmes têm como temática principal a relação com o estranho, seja ele estrangeiro ou outro alguém às margens da sociedade.

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Dança Serpentina, Cinematógrafo e Sigur Rós

Já em 1896, os movimentos de serpentina capturados pelo cinematógrafo dos irmãos Lumière encantavam com a singela beleza de suas imagens. Colorizados quadro a quadro, a inovadora dança de Loie Fuller ganha ainda maior expressividade ao ser combinada, mais de um século depois, com o pós-rock da banda islandesa Sigur Rós.

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Entrevista com Petrus Cariry

“Observo, componho as cenas como se fossem telas, pinturas banhadas por luzes e sombras. Gosto da ideia de pensar que a luz e os enquadramentos dos filmes se aproximem mais da pintura e das artes plásticas do que das referências meramente cinematográficas, como modelos pré-estabelecidos.”

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Documentário

Rogério Sganzerla (1946-2004) foi um dos grandes cineastas brasileiros. Documentário, de 1966, é seu primeiro filme. O curta-metragem, considerado por muitos como uma espécie de “embrião” estético do diretor, retrata a conversa de dois jovens que tentam escolher um filme para assistir numa tarde paulistana.

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Polaróides

Uma seleção das fotografias polaróides do diretor russo Andrei Tarkovsky (1932-1986). Tiradas principalmente entre os anos de 1979 e 1984, elas cobrem o período final da vida do cineasta, quando foi exilado da União Soviética e passou a viver entre Itália e Suécia, onde também gravou seus dois últimos filmes.

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