fotografia/instantâneos

Chuck Close – Big Self-Portrait

Durante os anos 60, o artista plástico americano Chuck Close passou a utilizar uma nova técnica para pintar grandes retratos com tinta acrílica. Para reproduzir o rosto de uma pessoa com exatidão, o artista o fotografa e o revela na escala em que deseja fazer a pintura. Em 1968, Close fez isso com uma fotografia própria. Em uma tela de 2,7m de altura por 2,1 de largura ele pintou seu rosto de forma extremamente realística.

Existem várias críticas a respeito dessa pintura/fotografia de Close. A maioria se utiliza do argumento de que simplesmente pintar um rosto, permanecendo estritamente fiel aos seus detalhes, não faz jus à arte contemporânea; que isso é um processo meramente científico, fotográfico, sem criatividade. Close rebate essas críticas: “A câmera é objetiva. Quando ela captura uma imagem, não faz nenhuma decisão hierárquica sobre um nariz ser mais importante que um queixo. A câmera não tem noção do que está olhando. Ela só captura tudo. Eu quero lidar com a imagem preta e branca, bi-dimensional e carregada de detalhes na superfície.”

Chuck Close, Big Sel-Portrait, 1968 (273cm, 212cm)

 Big Sel-Portrait, 1968 (273cm, 212cm)

 

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