#1 Edição/poesia

MENDAZ

Me pierdo y no,
no,
no me piedro.
Inmóvil, inerte.
Inmóvil, (in)sepulto
– a veces.
Esperando la lluvia
y llueve,
¿y qué?

Les tiendo brazos abiertos,
relieves
desiertos
porosos.
Relieves lastimosos.

Me lanzo y alcanzo:
Pedrada,
pero no me piedro.

Vienen desnudos
y el pudor los viste
con piel que habla a sudos,
sudos que no entiendo,
pero no me piedro.
pero no me piedro,
me pierdo.

* Me perco e não,/não/não me empedro./Imóvel, inerte./ Imóvel, (in)sepulto/- às vezes./Esperando a chuva/e chove,/e quê?/ Tendo os braços abertos/relevos/desertos/porosos./Relevos lastimosos./Me lanço e alcanço:/Pedrada, mas não me empedro./ Eles vêm nus/ e o pudor os viste/ com pele que fala a suos/suos que não entendo/mas não me empedro./mas não me empedro,/me perco.

 

Pablo Cruz Villalba, dezembro 2013

 

…………………….

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