pesquise na USINA
Generic filters

cinema

O Fantasma do Relevo no Cinema Contemporâneo

Que pontos comuns poderíamos encontrar nas trajetórias de Werner Herzog, Wim Wenders, Martin Scorsese, Peter Greenaway, Jean-Luc Godard, Jean Claude Brisseau e Bernardo Bertolucci? Muitos, é lógico, tendo em vista que se tratam de grandes nomes daquilo que poderíamos chamar de cinema moderno. Contudo, nos últimos anos, foram eles que despertaram certa surpresa ao proporem pesquisas estéticas e artísticas inovadoras a partir da utilização de uma tecnologia que há muito não atiçava a curiosidade por parte de cineastas ligados a um certo cinema “de arte”: o 3D (ou cinema em relevo).

Leia aqui »

Storyboards

Fruto de uma riqueza criativa inestimável, os storyboards do famoso cineasta japonês refletem com a mesma intensidade a beleza sensível das cenas de seus filmes. Kurosawa, a princípio, tentou entrar no mundo da arte de maneira plástica.

Leia aqui »

Teoria do Cinema Feminista – Parte I

O feminismo é um movimento social que causou um impacto enorme na teoria e na crítica de cinema. O cinema é considerado pelas feministas como uma prática cultural que representa mitos sobre mulheres e a feminilidade, assim como sobre homens e a masculinidade.

Leia aqui »

Brasil

Curta-metragem de 1981, escrito, dirigido e produzido pelo cineasta Rogeério Sganzerla, em razão à comemoração do décimo disco no cinquentenário do nascimento de João Gilberto. A trilha, que vem do álbum com o mesmo título do filme e tem coparticipação de Caetano Veloso, Maria Bethania e Gilberto Gil, serve como apoio à composição de imagens.

Leia aqui »

Orfeu Negro: quando o teatro grego subiu a favela carioca

Um feito histórico para as artes brasileiras, a peça Orfeu da Conceição começou a ser rabiscada por Vinicius de Moraes ainda no ano de 1942, quando visitava favelas, centros de umbanda e diversos locais de tradição africana.

Artigo de Vinícius Volcof Antunes sobre a obra Orfeu Negro.

Leia aqui »

Subjetividade na tela, política no cinema

A elaboração narrativa de sua família, interpretada por eles mesmos, constrói no âmbito da mise-en-scène um específico contrato com o real. Interpretações de não-atores que se assumem numa ficção.

Leia aqui »

Michael Haneke, o anjo exterminador

Ultrapassar o ato passivo do puro espectador e meter-se no estudo da vida e obra de Michael Haneke1, cineasta austríaco dos mais premiados da atualidade, é ver-se envolto em concepções epistemológicas sobre o Cinema, teses sobre seu possível “realismo ontológico”1, paralelismo bretchinianos e deleuzianos, mise-en-abyme2 e outros pedantismos teóricos…

Leia aqui »

Encontro com Helena Ignez

Estrela do cinema nacional, Helena Ignez é uma mulher do teatro que começou a atuar em filmes do cinema brasileiro, como O Assalto ao Trem Pagador (1962) e, mais tarde, O Padre e a Moça (1966). Também participou da estreia de Glauber Rocha em Pátio (1959), e de diversos filmes de Julio Bressane e Rogério Sganzerla.

Leia aqui »

Questão de Tempo

Boyhood, recém lançado nas salas de cinema do Brasil, chega badalado de expectativas por sua inovação: Linklater filmou com os mesmos atores durante 12 anos para, no fim, construir um filme que mostrasse o crescimento do personagem principal: dos 6 aos 18. Porém, o mesmo diretor já havia realizado uma experiência semelhante.

Leia aqui »

O Poeta do Castelo

“O Poeta do Castelo” é um curta-metragem de Joaquim Pedro de Andrade, um dos principais cineastas do cinema brasileiro, que nesse filme acompanha um dia de Manuel Bandeira.

Leia aqui »