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  5. minha ignorância não permite entendê-la como gostaria…mas seu tormento fez as lágrimas contidas cairem num mesmo nada…neste mesmo vazio…são nossas raízes …raízes q não foram arrancadas.

  6. aprender a cair…talvez não seja o melhor pra ningúem…tenta aprender a levantar…andar…seguir seu caminho…sempre em frente…vai conseguir…eu sempre acreditei em vc…continuo…emocionou-me muito…lindo!

  7. Fantástico!!!!!!! Adoro poesia. Tenho várias, fiz até um blog para descrever o que sinto. Não sei porque parei. Pretendo continuar, um dia quem sabe…… Não que poesia tenha fim……. Sei lá vou rever as minhas poesia….

  8. Fala Arthur, gostei bastante do seu texto. Estou procurando críticos de cinema brasileiros que possam ter escrito sobre seus filmes na época de seus respectivos lançamentos para fazer arquivamento. Se você souber como me ajudar me mande um email. muito obrigado

  9. AMIGO! pois assim posso chama-lo; e sei que o alerta inicial dos assovios, acredito eu, sempre permanecerá em nossas ligações. ta ligado.
    Bom Ler suas escritas, e perceber com simples Deus tem formado suas percepções e valores na VIDA.
    Sua alegria contagiante pela trabalho realizado hoje com seu amigo João. Pura simplicidade e aceitação.
    Deus! ESTÁ sempre nos dando prova do seu AMOR incondicional. Somos feitura dele, e Ele nunca nos abandona. Somos sempre providos pelos seus desígnios. Eu creio.
    Parabéns.
    Tenho certeza que um dia vou ler um livro, em que o autor já esta vivendo Ele. bjs do seu veio pai jmp.

  10. Que surpresa maravilhosa, meu filho… Você finalmente fez o q venho lhe pedindo há tempos…Insista, persevere, vc tem o dom, tenho certeza absoluta disso !!! Vc é um cronista nato e ainda vai arrebentar. Sucesso !!! Beijos da sua “véia”

  11. “É que ele não era apenas meu personagem e eu não era apenas um documentarista, durante os 5 dias de filmagem, eu nunca deixei de ser o filho do dono da casa e ele nunca deixou de ser o nosso mordomo.”
    Todavia, para Santiago João é Joãozinho.
    Belo texto sobre um belo modo de lembrar de um belo afeto que faz todo o sentido.

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  14. Super interessante o depoimento do CAVI. Muito mais que um simples produtor babando na gravata atrás de grana, CAVI é o que deveria ser a BOSTA da Ancine. Todo mundo esculhamba mas ninguém mostra a cara. Eu falo pois não devo nada a esses putos de terninho, gravata e fedorentos. Na verdade porcos bem nutrido com o dinheiro público. Trabalhei em anos muuuuuito piores no INC e vi que se houvesse vontade política, o cinema brasileiro continuaria a ser respeitado. Hoje faz comédiazinhas idiotas para um mercado ocupado pelo lixo de fora e de dentro. E claro que os bostas da ANCINE não falam nada pois ganham bem pelo silêncio mantido. De qualquer forma CAVI é um sol nesse lamaçal de papelotes, burocracias e fascismos. O seu movimento nesse mar de lama mostra bem que o cinema não precisa ser só idiota-televisivo. Vida longa para o CAVI!!!!
    .

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  16. Helena é um luxo, vida viva, força que não cessa. Mas, por favor, apaixonado, visivelmente apaixonado e lindo jornalista, lenda viva NÂO. Mas tua matéria tá um luxo de linda. Eugenio Baethgen (to no face da Helena) 🙂

  17. É bom o poema, Irene. Algumas cavalgaduras funcionam muito bem, especialmente no início: “névoa / embaraçosa”, o ritmo pedregoso funciona bem. E gosto sobretudo de “pedra sobre pedra, / que não seja túmulo ou / desaparição, o estalado / quente e agudo do parque / ao lado”.

  18. É interessante – e sobre isso eu e a Bianca Madruga conversávamos na exposição do CCBB – como essas indumentárias e objetos xamânicos são, para nós, mais contemporâneos que a própria pesquisa do Kandinsky com a pintura. Difícil não perceber naqueles objetos e vestidos um Bispo do Rosário, por exemplo. Aliás, achei boa a saída didática dos curadores nesse caso, pois foi muito interessante contrastar as obras (que não eram muito numerosas) com a pesquisa mais íntima do artista, num leque mais amplo de atravessamentos. Obrigado pelo texto, Thomas.

  19. Carolina, ótimo texto. Me lembrei ainda da canção que o Dahmer fez com o Rodrigo Amarante, chamada cometa, que é em homenagem ao Ericson. E acho bonito que um pequeno ensaio sirva pra isso, pra falar do encontro e da falta, mais do que dos poemas e da linguagem. Nesse caso acho que o Bloom foi adequado, pela sobrevivência do espectro do Ericson nesses quatro caras. E em muitos outros, sei que Guilherme Zarvos e o próprio Pedro Lago organizam um livro sobre o Ericson, entrevistando a turma toda. Em conversa o Guilherme me disse: “Eu queria algo meio quadrinhos, o Ericson voando pela cidade, com super poderes, mas o editor não gostou”

  20. Poesia contemporânea ou bosta?? Pq a poesia do Andre Dhamer parece uma poesia de uma criança de 5 anos depressiva e tabagista.

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  22. Fiquei muito satisfeito de saber das posições estéticas do Benevides. Nem li tudo ainda.mas as três respostas já indicam que ele é do ramo e que entende muito bem da linguagem cinematográfica. Tentei ensinar som do filme.numa instituição educacional por alguns anos, sem muito sucesso. Estou otimista quanto ao desenvolvimento do som no cinema nacional. Espero que os produtores tenham a abertura suficiente para deixar o pessoal do som trabalhar com prazer

  23. O que aprendi com isso é que mesmocom os ” Canudos ” debaixo do braço ou estendidos numa mesa, meus Professores e Mestres, continuam a me ensinar com sua sabedoria e eu as vezes sentindo que já aprendi de tudo, sou surpreendida com apresentações e falas na qual achando que se as escrevesses , seriam inéditas.Eu e a minha pobre ignorância…….
    Por tudo isso Sinto, só Sinto e não sei explicar, só me conectar….Obrigado é pouco pelo presente dessa leitura que me foi passada por uma mulher que “saca” a vida e fica na dela.Professora da vida que conheci na UFBA e até hoje me ensina : Maria Laís Morgan.Se amar é desejar tudo de bom e belo para uma pessoa, sinto o prazer de dizer TE AMO. Eliane Araujo.

  24. Eu PRECISO entrar em contato com ela!, Elsje Lagrou!
    Estou a anos tentando fazer meu mestrado nessa área e não encontro orientador, pelo que li nessa entrevista maravilhosa, ela poderá me ajudar.
    Por favor, coloquem-me em contato com Elsje Lagrou!

  25. Maravillosa entrevista. Profunda, respetuosa. Ilumina el camino del conocimiento y del diálogo con el saber, la estética y la poesía del mundo indígena. Felicitaciones.

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    • É bom lembrar que Zélia Barbosa continua viva, ainda em 2016. Vivíssima. Sou filho dela, e passo pra ela todas as postagens que falam deste LP que virou CD em 1995, e foi editado no Japão, França, Alemanha, Itália, México, Argentina.
      É aposentada, vive com o marido, Pedro de Souza, e tem dois filhos e 4 netos.
      https://www.facebook.com/zelia.barbosa.de.souza1967/?fref=ts
      Este é o link para a fanpage do Facebook em sua homeagem.
      Grande abraço ao editor desta página.

    • Músicas fantásticas e com temas que até hoje se encaixam perfeitamente no cenário nacional. Conheci este album há poucos dias e ainda não consegui parar de ouvir, um grande abraço pra esta grande musicista brasileira.

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  30. Tem quase um ano que conheço o Felipe, e tem quase um ano que conheço a poesia dele. A sensação, no entanto é de que a poesia dele me conhece há muito mais tempo, tal a precisão, simplicidade e sobretudo beleza (belo porque simples e preciso) com que seus poemas parecem retratar a vida cotidiana mais profunda. Aquela vida da qual somos mais cheios, mas que muitas vezes passa batida. Ver esse poema em uma revista tem um efeito de amplificar sua potência arrebatadora, esse poema que fala de lavar a louça, de pegar o metrô, das coisas esquecidas, esse poema que eu pude ler antes, no pátio da faculdade enquanto as pessoas faziam fila pra almoçar ou corriam atrasadas para as aulas. E talvez só por isso esse poema faz tanto sentido, a sua forma reproduz a vida de verdade.

    • Cara, eu li o seu comentário no ônibus. Fiquei de churumelas. Os óculos ajudam nessas coisas, ainda mais quando no Rio o tempo já chove por fora. Obrigado pelo comentário e por tão belo apoio. To te devendo aquele abraço master!

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  33. Olá gostaria de adicionar os posta desta revista na página do Facebook da Café e Lápis Editora (editora independente localizada em São Luís, Maranhão)

  34. Muito bacana ver essa história contada! O EUM é um espaço precursor da arte contemporânea em Vila Isabel. Parabéns PV e artistas da EUM.

  35. Todo dia, eu me considero abençoada por ter em minha vida o que você não é. É suficiente observar transbordar tanta luz e genialidade, mesmo que dessa sombra, porque só assim percebe-se o brilho, o caminho, a saída.

    Obrigada por ser.

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  37. Gostei muito quando vi há anos o filme “Camille Claudel”. O Rodin era um homem cruel, não só com ela. O poeta Rainier Rilke que era secretário dele sofreu muito com a tirania de Rodin. O maior escultor, claro. Mas cruel.

  38. É bom lembrar que Zélia Barbosa continua viva, ainda em 2016. Vivíssima. Sou filho dela, e passo pra ela todas as postagens que falam deste LP que virou CD em 1995, e foi editado no Japão, França, Alemanha, Itália, México, Argentina.
    É aposentada, vive com o marido, Pedro de Souza, e tem dois filhos e 4 netos.
    https://www.facebook.com/zelia.barbosa.de.souza1967/?fref=ts
    Este é o link para a fanpage do Facebook em sua homeagem.
    Grande abraço ao editor desta página.

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  40. Oração

    Primeiro veio o silêncio
    Depois uns ruídos de igreja
    E alguém disse amém
    Para outro alguém

    Bem depois chegaram
    As subordinadas e as
    Insubordinadas
    Atadas em um nó
    Dentro da cabeça
    De alguém

    Adiante vieram
    As coordenadas, finas
    E dançamos até se
    Cansar em nós mesmos
    E o sujeito soltou o verbo
    Estava triste e interrogativo

    Parados em frente ao futuro
    Mãos em forma de oração
    Rezavam para não chover
    Suas frases eram passivas
    Mas riam de tudo
    Como meninos que riem
    Por nada.

    Milton Oliveira
    Novembro/2016

  41. A propósito

    A propósito o corpo
    Não pode ser
    Um depósito de dores
    Nem a dor doer
    Em demasia
    Nem mais que um dia
    A propósito o outro
    Não pode ser
    Nem grudado
    Nem distante
    Mas onde a mão
    O alcance no escuro
    A propósito o caminho
    Não pode ser
    Nem de pedras
    Nem de retas
    Mas que nos leve
    A uma meta
    A propósito o medo
    Não pode ser
    Somente temeroso
    Mas que nos tire
    Do mesmo lugar
    E nos coloque
    Em outro

    Milton Oliveira
    Novembro/2016

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  43. Muito boa entrevista, Elsje lagrou se aprofundar com uma propriedade sem igual no mundo dá etnografia indígena,me estimulando a pesquisar mais sobre o assunto. Parabéns a revista usina pela entrevista.

  44. “É impossível negar alguma influência de Nietzsche (outro anjo exterminador) em sua visão de mundo, mas Haneke ultrapassa o niilismo”. Há um equívoco tremendo em dizer que Nietzsche era niilista. Muito pelo contrário. Ele propagava a irrestrita afirmação da vida! A autonomia na construção de um sentido. Ele foi crítico de Schopenhauer, por acreditar que esse assumia uma postura, de negação da vida. Tal era sua principal crítica ao cristianismo, a negação da força vital do homem, seu poder de decisão acerca do propósito da vida.

  45. Minha amiga Maureen Biisiliat, fotografias que conta uma história cultural Africana dos rituais da Umbanda , do Candomblé. e outras situações misticas tambem. Tive o prazer de fazer centenas de ampliações fotográficas para esta grande Fotógrafa.

    Miquéias Porfirio da Silva. ( MIKE. ).

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  50. Gostaria de saber mais sobre quem escreveu, André Aranha. Achei poucas informações na internet… Se puderem dar mais detalhes sobre ele, links ou qq outra coisa, ficaria muito grata!

  51. O símbolo através do qual uma potência do além, ou seja, um ser fundamentalmente invisível, é atualizada e presentificada neste mundo, transformou-se em uma imagem, produto de uma imitação de especialista que, por seu cárater de técnica elaborada e de procedimento ilusionista, penetra doravante na categoria geral do “fictício” – o que chamamos de arte. A partir de então, a imagem relaciona-se com o ilusionismo figurativo tanto e mais do que se aparenta ao campo das realidades religiosas”(VERNANT, Jean-Pierre. Da presentificação do invisível à imitação da aparência(pp.295-308). Entre mito e política.Trad. Cristina Murachco. São Paulo: EDUSP, 2001.

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  56. “A partir de Bachofen, Oswald postula uma “Errática”, a ciência dos vestígios errantes, que identifica na nossa moderna, demasiadamente moderna civilização os vestígios de um fundo arcaico da linguagem e da religião, sobrevivências daquilo que sempre opõe resistência às figuras da transcendência, que é, para ele, patriarcal e messiânica, como o pai, Deus, o Ser, o Estado, o dinheiro, ,,
    https://www.academia.edu/30560787/O_Matriarcado_no_Programa_Antropof%C3%A1gico_Oswald_de_Andrade_leitor_de_Bachofen

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  58. A influência de Zélia na minha vida foi decisiva. Foi uma de suas vítimas :). Morava em Argel, na década de 70, quando um amigo me deu uma gravação de “Brasil Sertão & Favelas”, Não entendia nada das lettras, mas foi imediatement subjugado pela sensualidade dessa voz e dessa lingua de tal forma que o veleiro que estava construindo na época não teve outra escolha de que cruzar o mar rumo ao Brasil. Amor à primeira vista quando de nossa escala em Fortaleza.
    Hoje vivo na ilha de Itaparica, na beira do mar, com minha esposa…
    colombiana!
    Fortes abraços para Zelia e Pedro

  59. Seria interessante se deixasse o sentido homem fora desse contexto, principalmente por ser pejorativo o termo, o que empobrece toda essa coletiva poesia. Como dizem os mais velhos: “panela onde muita gente mexe, a comida ou fica ensossa ou salgada”.

  60. Olá, amigos.
    Aqui escreve Pedro Francisco, filho de Zélia Barbosa, apenas pra atualizá-los do falecimento dela, em 17 de outubro de 2017.
    Sua obra permanece viva em 5 discos/CD’s – Borandá (1967); Bresil Sertão e Favelas (1968), que nos Estados Unidos se chama ‘Zélia Barbosa Sings the Songs of Protest’; Música Popular do Nordeste (1972); Capiba, Seus Poemas e Seus Poetas (1984); e Pra Se Viver Um Amor Maior (2002), que eu tive a honra de produzir.
    Mantemos um canal no Youtube (Zélia Barbosa), onde estão todas essas gravações, além de uma página no Facebook (Zélia Barbosa In Memorian) e Instagram (zeliabarbosa.inmemorian).
    Será uma honra vê-los por lá.
    E um forte abraço em Robert Dotta e todos os demais que escreveram coisas lindas sobre ela.

  61. Boa noite!
    Gostaria muito de assistir ao filme :” As pequenas margaridas”. Ele está disponível em algum lugar? Onde posso encontrá-lo?
    Muito obrigada!

  62. Vi Ran em 1985, em sua Premiere Mundial, com um enorme telão estendido do lado de fora do Beaubourg, em Paris, com a presença de Kurosawa San e sua mulher, a figurinista de seus filmes.Estavam ali expostos, no Centro Georges Pompidou, os storyboards gigantes em forma de quadros e todo o figurino . Para mim foi uma experiência que ultrapassou todos os limites. Akira Kurosawa, em sua fala, disse que queria ser pintor, na juventude. Cursou a Escola de Belas Artes e largou a pintura, por se considerar um artista medíocre. Foi fazer Cinema e, precisando transmitir os takes do filme para seus artistas, técnicos, diretores de fotografia e inúmeros figurantes, nem todos letrados e, muitas vezes, a céu aberto, recorreu a pinturas de quadros imensos para que todos pudessem ver nos sets.Ele ressaltou: “Curiosamente, hoje estou expondo meus “quadros” (storyboard) num Museu e as pessoas parecem estar gostando! Tenho o storyboard do filme, que comprei nesse evento até hoje e era um dos livros que usava para aulas de Design Gráfico quando lecionava. Para mim, não é à toa que Akira Kurosawa é chamado de “Kurosawa SAN”, já que, para mim, é, ao lado de Chaplin, o MESTRE dos MESTRES do Cinema!

  63. Tenho imensa admiração por Silvia, sou seguidora do pensamento e de suas teorias; de ver pensar nossa ancestralidade. o encobrimento do outro ou criação da historia do mundo na invisibilidade dos nossos acentrais, esta carregado de uma ilusão do poder.

  64. Que bonito vir aqui, entrar em relação com essa conversa, reconhecer e conhecer tanta coisa dessa pessoa maravilhosa, Gabriela, amiga querida, nesse viés da labuta do trabalho diário com dança (coisa que compartilhamos alguns anos avivando mordedores e em muitos encontros de outras espécies de vidas) …e que foram importantes de rever nessa publicação. Muito legal!

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  70. os ambientes que luiza cria em seus poemas aliviam o ritmo do tempo que por vezes nos engole. é quase como reaprender a respirar.

  71. luiza, bom demais viajar nos seus textos. sinto que é sempre pra onde há tanto montanhas quanto mar. a cidade sempre se transmutando como a gente dá uma mínima esperança de não pararmos aqui e de nos tornarmos lembrança como o mato e a pedra.