Conversa nº2: André Aranha
entrevista

Conversa nº2: André Aranha

Conversa nº2: André Aranha

 

no dia quatro de maio de 2017, no final da tarde, eu e arthur nos reunimos com andré em volta da mesa do centro acadêmico da primeira escola (é o que dizem) de desenho industrial da américa latina. conversamos sobre as possibilidades de experimentação gráfica e liberdade de organização traduzidas no Colaboratório, oficina que, durante alguns poucos anos na ESDI, tentou construir um espaço autogestionado de diálogo e criação, reativando um antigo e abandonado laboratório nas dependências da Escola. lá nos eram disponibilizados alguns interessantes equipamentos, como uma grande guilhotina, uma máquina de serigrafia, uma tipografia, etc. durante algum tempo, o Colaboratório foi um espaço de troca e de construção de outras possibilidades de produção.
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Conversa nº1: Aline Besouro
entrevista

Conversa nº1: Aline Besouro

Conversa nº1: Aline Besouro

 
sentamos num canto inexplorado proposto por aline e conversamos. aline gravava algumas de suas telas no colaboratório e interrompeu o trabalho para conceder a presente entrevista. ao som de sopranos e contraltos da escola de música da universidade do brasil, falamos de memória, registro, roupa, civilização, política, arte, identidade… aline é uma presença, e nas diversas vidas que viveu já assumiu diferentes identidades, naquele estilo que drummond cantou: “um jeito só de viver/mas nesse jeito a variedade,/ a multiplicidade toda/ que há dentro de cada um”. Continue reading »

USINA impressa

Lançamento USINA impressa 19/09/2019 às 19hrs Esdi – Escola de Desenho Industrial – UERJ Rua do Passeio, 80 – Centro, Rio de Janeiro licença que a vida tira licença que a vida dá como cobra coral, comprida quando sabe rastejar licença que a vida lida licença que vim buscar nascimento e morte, vida cada coisa … Continue reading »

Variações sobre o Matriarcado
pensamento

Variações sobre o Matriarcado

Variações sobre o Matriarcado

por André Aranha

 
Uma criança adentra, pé ante pé, o quarto onde sua mãe está a dar à luz; em meio à surdez dos gemidos, à cor berrante e o sangue, ela percebe, quiçá como primeira vez, que possui um umbigo.

Pois a criança refaz, mentalmente, da cicatriz em seu ventre, o cordão carnal, que um dia a ligou à carne duma primeira mulher, e a encheu daquele sangue que ora se multiplica em suas veias. Continue reading »