#4 Edição / poesia

meu dedo nervoso ácido cosmopolita…

meu dedo nervoso ácido cosmopolita
reembarca nos horizontes fantasmagóricos
de outrora

meu dedo sublinhado por
ecos por ogivas cada vez menos possuídas
(os maus espíritos estão por perto,
é melhor falar baixo)

meus dias ainda não
vão se completar em forma bruta de
contágio, esquema absoluto da razão:

ninguém será o deformador de
estrelas.

Gabriel Gorini, março 2014

 

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