CAMINHOS PARA OUTRO CINEMA nº 4
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CAMINHOS PARA OUTRO CINEMA nº 4

“A estranha sistematização da linguagem e da sintaxe que Griffith teve de elaborar, de forma mais ou menos confusa, para poder se expressar, e que foi apenas uma consequência superficial de seu universo específico, introduziu o verme na fruta que, a partir de então, não parou de, literalmente, desvitalizar o cinema. Trata-se da lenta criação de uma retórica, sempre mais refinada e mais cheia de nuances, mas também sempre mais impiedosamente analítica.” Continuar lendo

CAMINHOS PARA OUTRO CINEMA nº 3
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CAMINHOS PARA OUTRO CINEMA nº 3

“Fazendo isso, surge essa água e começa a escorrer pela pedra. Naquela oportunidade eu caio no maior pranto, surpreso, “o que é isso?”, me arrepia e eu choro. E eu estou na mata, 20 anos depois, nessa situação que eu estava contando, olhando a floresta de frente e essa imagem lá de trás, da água surgindo da pedra, eu enxergo os matadores dos índios saindo como se fosse um pedaço da floresta se manifestando.” Continuar lendo

CAMINHOS PARA OUTRO CINEMA nº 1
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CAMINHOS PARA OUTRO CINEMA nº 1

“Cada plano isolado vale por um filme, é um filme. Foi assim que a história do cinema começou. Lumière: O almoço do bebê é uma cena simples, a mulher e a criança; por trás, as folhas das árvores se movem. Existe um equilíbrio entre os galhos que se movem e a historinha em primeiro plano. Este equilíbrio é o melhor de tudo. Cada parte da imagem vive, independentemente, e isto é bom de ver…” Continuar lendo

Claudia Andujar – Fotografias
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Claudia Andujar – Fotografias

Nascida na Suíça e naturalizada brasileira, Claudia Andujar além de ser uma das principais fotógrafas do Brasil, é também uma importante ativista da causa indígena. Na década de 70 e 80 foi responsável pela criação do Parque Yanomami. Sua série mais conhecida, Marcados, é um exemplo único da relação entre arte e ética: empenhada em … Continuar lendo